O Restaurante A Ver Tavira está localizado na zona da Vila-a-Dentro, junto ao Castelo, à Igreja de Santa Maria e ao Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira. Devido aos condicionalismos de trânsito nesta zona da cidade, recomendamos que estacione a sua viatura nos parques da Rua dos Bombeiros Municipais, do Bairro da Belafria ou da Rua Chefe António Afonso, após o Centro Coordenador de Transportes.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Jorge Botelho faz Declaração Pública
O Restaurante A Ver Tavira está localizado na zona da Vila-a-Dentro, junto ao Castelo, à Igreja de Santa Maria e ao Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira. Devido aos condicionalismos de trânsito nesta zona da cidade, recomendamos que estacione a sua viatura nos parques da Rua dos Bombeiros Municipais, do Bairro da Belafria ou da Rua Chefe António Afonso, após o Centro Coordenador de Transportes.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Dia da Liberdade comemorado em Tavira
Estão previstas intervenções alusivas ao 35.º Aniversário da Revolução dos Cravos de Luís Villas Boas (Militar de Abril e director do Refúgio Aboim Ascensão / Emergência Infantil) e de Jorge Botelho (Presidente do PS-Tavira e candidato à presidência da Câmara Municipal de Tavira).
Para além das intervenções comemorativas, haverá música ao vivo com o grupo Cantares de Abril. Os bilhetes de ingresso devem ser reservados até ao próximo dia 23 de Abril junto dos membros do Secretariado (966393006 / 910616353) e/ou dos Presidentes de Junta (Adultos – 15 ROSAS, crianças dos 6 aos 11 anos – 6,5 ROSAS e até aos 5 anos – GRÁTIS). Faça já a sua reserva. Lugares limitados!
A sua presença é importante para dar um novo rumo a Tavira. Traga outros amigos e festeje o Dia da Liberdade. CONTAMOS CONSIGO!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
REGIÃO SUL - Entrevista On Line com Jorge Botelho
in Região Sul, 2009.04.06
Tavira é um dos dois concelhos do Algarve cuja disputa eleitoral autárquica não vai contar com recandidatura do edil em funções (o outro concelho é Aljezur). Pelo PS vai tentar ganhar a Câmara o actual director distrital do Centro Regional de Segurança Social do Algarve, Jorge Botelho.
Em entrevista online ao Região Sul, conduzida pelo jornalista João Vargues, o candidato analisa 12 anos de PSD na Autarquia e explica o que quer para a cidade.
PERFIL - Jorge Manuel do Nascimento Botelho, 41 anos, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. Fez estágio da Ordem dos Advogados e exerceu na cidade de Tavira. Tem uma pós-graduação em Gestão Empresarial pela Universidade do Algarve. É Inspector Principal da carreira de Inspecção Superior da Segurança Social. Entre 1996 e 2000 foi vogal do Conselho Directivo do Centro Regional de Segurança Social do Algarve, passando a director distrital entre 2001 e 2002 e desde Maio de 2005. A nível autárquico, desde 1997, é membro da Assembleia Municipal de Tavira. É também membro da Assembleia da Comunidade Inter-Municipal do Algarve, e presidente da concelhia do PS/Tavira.
Região Sul: Como analisa os 12 anos de mandatos do PSD em Tavira?
Jorge Botelho: Nos 12 anos de mandato do PSD em Tavira verificou-se um crescimento do Concelho em termos urbanos e uma visibilidade do mesmo em termos jornalísticos e de comunicação social. Foram contruídos um conjunto substancial de loteamentos e blocos de apartamentos que, ajudaram a descaracterizar o concelho, nomeadamente em freguesias como Conceição e Cabanas.
Realçar as iniciativas culturais e de preservação do património histórico que teve realce positivo, já que existiram meios financeiros para tal. Por outro lado cometeram-se um conjunto de erros, já que a baixa da cidade foi encerrada ao trânsito, prejudicando de forma grave o comércio tradicional, as acessibilidades estão desordenadas e as taxas municipaias caracterizam-se por ser as mais altas do Algarve, bem como o preço da água e saneamento, cujos preços são os mais caros.
RS: Mobilidade urbana foi uma das áreas anunciadas como prioritárias pelo PS local. Que problemas encontra nesta área em Tavira e como tenciona resolvê-los?
JB: Fundamental para a cidade e o Concelho, nomeadamente para a sua dinâmica comercial é de facto a mobilidade. É preciso combater eficazmente a desertificação humana e económica da cidade de Tavira, que efectivamente já se verifica, resultado de medidas erradas tomadas no tempo da actual vereação.
É preciso de forma urgente abrir a baixa da cidade ao trânsito, para que as pessoas acedam mais facilmente ao centro da cidade, é necessário proceder imediatamente a um estudo de trânsito global da cidade, que fomente as acessibilidades e a dinâmica económica, é necessário criar parques de estacionamento na baixa da cidade que permitam o afluxo de pessoas ao mesmo e acima de tudo é necessário fomentar medidas que levem pessoas ao Centro da cidade, em ambas as margens para que todos possam usufruir do Gilão, da ponte romana, da cidade em si, da sua arquitectura, das suas gentes simpáticas e hospitaleiras.
RS: Outra das preocupações anunciadas pelo PS-Tavira prende-se com a dinamização do pequeno comércio. Objectivamente, o que pretende fazer nesse sentido?
JB: Este é sem dúvida um desafio, já que o pequeno comércio em Tavira terá brevemente um grande superficie no concelho. Por isso é necessário incentivar as pessoas a comprar no comércio tradicional, por uma relação de proximidade com as pessoas.
Todavia é necessário reordenar as acessibilidades do trânsito, de forma a que quem cá vive e quem nos visita conheça ou tenha possibilidade de conhecer a baixa da cidade. É necessário dinamizar o comércio da baixa e é necessário tomar medidas que incentivem o comércio tradicional. Pretendemos criar um nova dinâmica para o baixa, de forma a combatermos a desertificação que hoje se verifica e o grande desânimo dos comerciantes, que veêm enfraquecer os seus negócios.
RS: Com o actual momento de crise, a área social é uma preocupação transversal a todos autarcas e candidatos a autarcas. O facto de estar profissionalmente ligado a essa área poderá ser uma mais valia em relação a outros? Se sim, porquê?
JB: Sem dúvida que a minha experiência e sensibilidade para a área social se traduzirá no futuro numa mais valia para as pessoas do concelho de tavira. Está previsto para breve uma transferência de competências sociais, que neste momento estão com a Segurança Social, isto é, na minha actual gestão, para as autarquias locais.
Esta é desde logo uma vantagem, pois a adaptação destas novas competências a nível local deve ser feita imediatamente, para que os cidadãos não tenham quebras num apoio que neste momento é prestado pela Segurança Social e que passarão paras as Câmaras, ao nível da própria vida das pessoas e de apoios imediatos para situações de carência familiar.
Por outro lado, a Segurança Social aprovou um conjunto de equipamentos sociais para Tavira, que agora começarão as obras e que é necessário que a autarquia tenha os meios financeiros e técnicos direcionados para a sua construção. também neste campo de alargamento das respostas sociais considero-me uma mais valia para Tavira, uma vez que tenho estado ligado à construção de respostas sociais nos últimos anos.
RS: Se vencer a corrida autárquica quais serão as primeiras mudanças estratégicas a efectuar relativamente à filosofia do anterior executivo?
JB: Queremos mudar desde logo o paradigma do exercício do poder autárquico em Tavira no que diz respeito à relação entre a Vereação, o Presidente e os Tavirenses, humanizando e facilitando esta interacção, com uma postura mais próxima da população e das suas necessidades, recebendo e ouvindo os munícipes quando eles necessitarem.
A importância está nas pessoas e o poder autárquico deve estar ao serviço destas. Por outro lado, deverá ser definido um novo rumo para Tavira em termos desenvolvimento económico, que se deverá virar para o mar, para as actividade náuticas e requalificando as suas zonas ribeirinhas e frente de mar, de forma a que possamos ser atractivos para o turismo, com melhores oportunidades para os que cá vivem. Iremos fomentar o pequeno comércio, abrindo o trânsito da baixa em primeiro lugar e promovendo um estudo geral sobre acessibilidades da cidade e das suas freguesias.
Tavira tem uma riqueza histórica e cultural que deve potenciar, e um património arquitectónico singular que deverá atrair quem nos visita e ser motivo de orgulho para quem cá vive.
RS: Que outras linhas orientação quer desde já destacar daquele que será o seu programa eleitoral?
JB: Melhorar as taxas de cobertura dos equipamentos sociais em Tavira, de forma a que todas as famílias tenham uma resposta social no seu concelho (creches, pré-escolar, ATL, lar de idosos, apoio domiciliário, pessoas com deficiência, cuidados continuados...), em parceria com as instituições de solidariedade do concelho.
- dar condições ao parque escolar e à comunidade educativa para o exercício das suas funções
- apoiar as instituições culturais do concelho
- apoiar as instituições desportivas do concelho
- promover eventos no concelho durante todo o ano e ter no Verão uma programação de qualidade.
- Agilizar os procedimentos adminitrativos da Câmara, de forma a uma celeridade nas respostas ao cidadão e aos agentes económicos
quinta-feira, 2 de abril de 2009
O PS-Tavira na Imprensa
terça-feira, 31 de março de 2009
As pessoas estão em primeiro lugar!
«Cara(o)s Camaradas
Cara(o)s Amigos
Falar de Política Social Autárquica, como me foi proposto, no presente Fórum Autárquico Regional, constitui motivo de satisfação e de oportunidade, já que, tenho dedicado anos da minha vida às políticas sociais e à sua concretização na Região do Algarve, tarefa que tenho feito com orgulho de pertencer à família Socialista, detentora de uma sensibilidade especial para as matérias da inclusão, combate à pobreza e promoção da igualdade de oportunidades.
Para o Partido Socialista, as políticas sociais ocupam um lugar central nas preocupações da governação, seja ao nível do central, seja ao nível autárquico, quer nas Câmaras Municipais, quer nas Juntas de Freguesia, já que temos como matriz uma visão humanista, baseada na responsabilidade de proporcionarmos aos nossos cidadãos condições de vida e de apoio às suas necessidades.
Estamos a atravessar um tempo em que as decisões sobre as necessidades dos nossos cidadãos devem ser dadas cada vez mais rápidas e com maior proximidade, sendo certo que as autarquias assumem um papel determinante na resposta às dificuldades e necessidades.
Na verdade, ao nível das políticas sociais é cada vez mais necessário trabalhar a particularidade, as pessoas, os indivíduos, o caso concreto. Fomentar a proximidade aos cidadãos, recorrendo às redes formais e informais que constituem o tecido social e promovendo a sua participação e envolvimento na criação de políticas sociais e comunitárias, nomeadamente políticas de acção social, políticas de habitação, educação e de saúde…é efectivamente um caminho a seguir.
As Autarquias devem ter, no futuro, maiores responsabilidades na gestão e acompanhamento das dinâmicas sociais, com mais meios afectos (materiais e humanos), num quadro que se pretende próximo, de descentralização de competências do Governo para as autarquias locais que fomente a intervenção social ao nível local como a principal intervenção para a resolução das questões sociais das famílias portuguesas.
No meu ponto de vista, a proximidade que as Autarquias Locais têm na identificação dos problemas ao nível social e no facto de os sentir em primeira linha, resultarão melhores e mais rápidas soluções para os munícipes. É o caminho a seguir.
Como dizia um velho Slogan “As pessoas primeiro”, pelo que a gestão autárquica deve dar prioridade às questões sociais do concelho, implementando uma política social baseada no apoio às famílias, em todas as suas dimensões e necessidades, envolvendo-se particularmente no desenvolvimento de respostas que permitam a criação de postos de trabalho e por isso o combate ao desemprego, aumentando os índices de cobertura das respostas sociais e por isso, satisfação dos cidadãos.
As Autarquias governadas por socialistas, têm de alinhar as preocupações de governação com o aumento do nível de bem estar das suas populações, num combate sem tréguas à pobreza e às desigualdades sociais, no objectivo de conseguir promover a coesão social, a igualdade de oportunidades para todos.
Resulta assim a Prioridade da Área Social dentro das preocupações de gestão de qualquer autarquia.
Há que mudar as práticas e o paradigma de intervenção. É tempo das Autarquias assumirem competências crescentes em matérias de políticas sociais. Os munícipes sentirão no seu dia a dia a diferença.
Partimos do princípio de que, como autarcas eleitos, devemos ir ao encontro das necessidades efectivas dos nossos munícipes, praticando uma cooperação e parceria efectiva e permanente entre as IPSS, Misericórdias e demais forças vivas do concelho, tendo em vista conseguir, um diagnóstico concelhio real da situação social e promover as adequadas soluções e medidas que sejam consideradas necessárias.
É que ao nível da intervenção social, o papel das nossas autarquias deve ser o de encontrar soluções, através da promoção de parcerias activas ao nível local, chamando a intervir, se esse for o caso, a Segurança Social na procura das respostas.
Temos de desenvolver uma política social que privilegie a simplificação e desburocratização dos procedimentos, de forma a permitir uma resposta mais célere e eficaz aos cidadãos e que garanta condições para o pleno exercício da cidadania. Um papel que promova o empreendedorismo, favorecendo todos os que estão desprovidos de instrumentos para a tão desejada mutação sociais, nomeadamente apostar em iniciativas, programas e projectos de acção social.
O agravamento de indicadores como a taxa de desemprego e todas as consequências que daí advêm (como são disso exemplo os problemas relacionados com o alcoolismo, a toxicodependência, a violência doméstica, as crianças e jovens em risco, etc.), fazem da inclusão social uma prioridade municipal.
Saliento, nesta ocasião, o papel fundamental das diversas Instituições de Solidariedade Social que desenvolvem a sua actividade nos concelhos e prestar aqui o devido reconhecimento aos homens e mulheres que solidariamente prestam apoio aos que dele precisam, pelo seu contributo inestimável para a promoção de uma sociedade com mais solidariedade. Na verdade, estas instituições desempenham hoje, com grande abnegação e competência, uma função essencial que cabe em última linha ao Estado desenvolver.
Nos concelhos geridos pelos Autarcas do PS, e a nível da intervenção social, devemos ser exigentes e reivindicativos na procura de soluções, activamente participativos nos locais em que se reunam os parceiros sociais concelhios, e “o motor” da intervenção social ao nível do concelho, para que sejamos nós, autarcas, os agentes pioneiros da mudança e do aumento dos níveis de coesão social e de cobertura de respostas sociais, no território por nós gerido.
O caminho a seguir deverá passar por:
1. Reforço do trabalho em parceria que ocorre ao nível da Rede Social, nomeadamente no seu Núcleo Executivo, reforçando as soluções e meios para a intervenção concertada das questões e problemas com que são confrontados e com uma implantação ao nível das Comissões Sociais de Freguesia.
2. Procurar integrar socialmente os beneficiários do RSI, através de uma participação mais empenhada e com soluções nos Núcleos Locais de Inserção do RSI, que trabalham a nível concelhio.
3. Identificar e Promover acções concretas para que, todos os munícipes possam aceder às medidas existentes para melhorar as condições de vida e de bem estar.
4. Minimizar riscos com a participação empenhada nas Comissões de Protecção de Menores (CPCJ), tendo em vista a efectiva protecção e integração social de menores em risco.
5. Desenvolver e Implementar programas específicos que contribuam para o desenvolvimento social dos territórios que visam, de forma multisectorial e integrada, promover a inclusão social dos cidadãos através de acções, a executar em parceria, que permitam combater a pobreza persistente e a exclusão social em territórios deprimidos, devendo ter como principais eixos de intervenção a criação de emprego, formação e qualificação, intervenção familiar e parental, capacitação da comunidade e das instituições e informação e acessibilidade, rentabilizando os recursos da comunidade local.
6. Planear e Promover uma taxa de cobertura adequada das diversas respostas sociais, que possibilitem colmatar as necessidades existentes.
7. Necessidade de uma política social de habitação que procure ajustar a oferta e a procura através de um melhor aproveitamento do parque habitacional existente, lançando mão das formas contratuais mais adequadas para as famílias.
Esta é a nossa forma de ver o papel social das autarquias, que se quer crescente e cada vez mais actuante.
Queremos ser possuidores de mais competências em matéria social e pretendemos criar condições de resposta que possibilite essa responsabilidade.
Pretendemos coesão, promoção da cidadania e igualdade de oportunidades para os nossos munícipes, porque para nós, SOCIALISTAS, as pessoas estão em primeiro lugar.
Jorge Botelho»
quarta-feira, 25 de março de 2009
Fórum Autárquico debate políticas sociais
Mais informações sobre esta iniciativa no sítio oficial do PS-Algarve!
domingo, 22 de março de 2009
Mulheres socialistas apoiam Jorge Botelho
O Departamento Federativo das Mulheres Socialistas do Algarve promoveu uma tertúlia comemorativa do Dia Internacional da Mulher, na qual foi declararam o seu apoio à candidatura de Jorge Botelho.Lideradas por Aldemira Pinho e provenientes dos mais diversos pontos do Algarve, cerca de meia centena de activistas analisaram a situação da mulheres e das famílias na actualidade, a sua inserção profissional e participação na vida pública.
Deputadas, autarcas, professoras, juristas, sindicalistas e domésticas, mulheres de acção e de palavra foram recebidas pelo candidato socialista numa unidade hoteleira do Centro Histórico, onde manifestaram o seu apoio na corrida à presidência da Câmara Municipal de Tavira.
Foram igualmente abordadas as altas expectativas relacionadas com a plena aplicação da Lei da Paridade, aprovada pela Assembleia da República em 2006, permitindo que nas próximas eleições seja garantida a representação nas listas eleitorais de, pelo menos, um terço de candidatos de ambos os sexos.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Dia Internacional da Mulher comemorado em Tavira
O Departamento Federativo das Mulheres Socialistas do Algarve e a Secção Concelhia de Tavira do Partido Socialista promovem uma tertúlia comemorativa do Dia Internacional da Mulher, a realizar-se no próximo sábado, dia 21 de Março pelas 15h30, no Restaurante A Ver Tavira, em Tavira, com a presença de Aldemira Pinho e Jorge Botelho.
O Restaurante A Ver Tavira está localizado na zona da Vila-a-Dentro, junto ao Castelo e à Igreja de Santa Maria. Devido aos condicionalismos de trânsito nesta zona da cidade, recomendamos que estacione a sua viatura nos parques da Rua dos Bombeiros Municipais, junto ao Bairro da Belafria, ou da Rua Chefe António Afonso, após o Centro Coordenador de Transportes.
CONTAMOS CONSIGO. A sua presença é importante para dar um novo rumo a Tavira!
segunda-feira, 2 de março de 2009
O PS-Tavira na Imprensa
Programa Eleitoral - Brandão Pires é o escolhido
Reunida no dia 20 de Fevereiro, a Comissão Política Concelhia deliberou aprovar por unanimidade a proposta apresentada pelo Secretariado da Secção, devendo oportunamente ser apresentados os restantes membros da equipa.
Residente em Cabanas de Tavira, Joaquim José Brandão Pires tem 52 anos de idade e tem uma filha. Doutorando na Universidade de Huelva em Ciências Empresariais, tem uma pós-graduação em Métodos Quantitativos Aplicados à Economia pelo Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa e é licenciado em Economia pela mesma Universidade.
É director-delegado do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, IP, (IPTM, IP) – Delegação Sul, desde Setembro de 2008. Foi vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR-Algarve) entre 2005 e 2008, sendo quadro desse organismo desde 1983, encontrando-se actualmente no topo da respectiva carreira.
Desde 1995 é consultor internacional de Apoio ao Desenvolvimento Económico em diversos países de África e América do Sul. Entre muitos outros cargos, foi Director Regional de Economia (de 1996 a 2004) e docente na Universidade do Algarve (de 1985 a 2005).
Tavira, 2 de Março de 2009